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Juazeiro é o município com maior poder de consumo do interior do Ceará

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 20 de jun. de 2023
  • 3 min de leitura

O município de Juazeiro do Norte ocupa a terceira posição geral no ranking levando em consideração apenas os municípios cearenses, atrás apenas de Fortaleza e Caucaia.

As famílias cearenses têm potencial para consumir R$ 184 bilhões em produtos e serviços ao longo de 2023. A estimativa é da tradicional pesquisa da IPC Maps, dados foram divulgados pelo Diário do Nordeste.


O montante representa um incremento de 3,6% sobre o apurado no ano passado, quando o levantamento registrou R$ 178 bilhões. O Ceará continua na 10ª posição nacional.


O município de Juazeiro do Norte ocupa a terceira posição geral no ranking levando em consideração apenas os municípios cearenses, atrás apenas de Fortaleza e Caucaia.


Os cidadãos da terra do Padre Cícero podem contribuir com R$ 5,4 bilhões no ano de 2023. Crato vem poucas posições abaixo com R$ 2,8 bilhões, Barbalha R$ 1,057 bilhão e Brejo Santo R$ 841 milhões.


A área em que as famílias cearenses mais gastarão ao longo de 2023 é a de habitação, cujo potencial ultrapassa R$ 37 bilhões. O segundo lugar fica com a categoria alimentação em domicílio (R$ 19 bilhões) e o terceiro, com veículo próprio (R$ 17 bilhões).


Conforme o levantamento, a Classe B do Ceará é a principal consumidora, sendo responsável por R$ 61 bilhões, o equivalente ao quádruplo da cifra da Classe A (R$ 15 bilhões) e ligeiramente superior à Classe C (R$ 54 bi). Já as faixas de renda D e E deverão girar R$ 31 bilhões.


O estudo também traz o ranking das cidades cearenses com os maiores potenciais consumidores. Naturalmente, esta lista é liderada por Fortaleza, cuja população pode fazer rodar quase R$ 80 bilhões neste ano. Caucaia e Juazeiro ficam na segunda e terceira colocações, respectivamente.


Somente 24 dos 184 municípios cearenses possuem margem de consumo superior a R$ 1 bilhão. Na ponta oposta, ou seja, as cidades de economias mais frágeis, cinco delas não atingem sequer a marca de R$ 100 milhões. São elas: Moraújo, Baixio, Potiretama, Guaramiranga e Granjeiro, esta última sendo a pior colocada do ranking.


RANKING DE CONSUMO DAS CIDADES 2023

  1. FORTALEZA: R$ 79,7 bilhões

  2. CAUCAIA: R$ 8,2 bilhões

  3. JUAZEIRO DO NORTE: R$ 5,4 bilhões

  4. MARACANAÚ: R$ 4,7 bilhões

  5. SOBRAL: R$ 4,2 bilhões

  6. CRATO: R$ 2,8 bilhões

  7. IGUATU: R$ 2,1 bilhões

  8. MARANGUAPE: R$ 2,1 bilhões

  9. ITAPIPOCA: R$: 1,7 bilhão

  10. AQUIRAZ: R$ 1,59 bilhão

  11. PACATUBA: R$ 1,56 bilhão

  12. QUIXADÁ: R$ 1,47 bilhão

  13. CRATEÚS: R$ 1,41 bilhão

  14. RUSSAS: R$ 1,39 bilhão

  15. CASCAVEL: R$ 1,34 bilhão

  16. PACAJUS: R$ 1,30 bilhão

  17. QUIXERAMOBIM: R$ 1,28 bilhão

  18. EUSÉBIO: R$ 1,28 bilhão

  19. HORIZONTE: R$ 1,27 bilhão

  20. ARACATI: R$ 1,25 bilhão

  21. TIANGUÁ: R$ 1,20 bilhão

  22. CANINDÉ: R$ 1,15 bilhão

  23. LIMOEIRO DO NORTE: R$ 1,14 bilhão

  24. BARBALHA: R$ 1,057 bilhão

  25. MORADA NOVA: R$ 957 milhões

  26. ICÓ: R$ 951 milhões

  27. CAMOCIM: R$ 934 milhões

  28. TAUÁ: R$ 894 milhões

  29. BREJO SANTO: R$ 841 milhões

  30. SÃO GONÇALO DO AMARANTE: R$ 824 milhões

DADOS NACIONAIS

As famílias brasileiras deverão gastar cerca de R$ 6,7 trilhões ao longo deste ano, o que representa um aumento real de 1,5% em relação a 2022.


Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pelo estudo, o número é baixo se comparado à alta de 4,3% no ano passado, quando o pior da pandemia estava ficando no retrovisor.


“As benesses do então Governo Federal deixaram um saldo negativo ao atual, que não tem condições financeiras, pelo menos por enquanto, de puxar o progresso econômico por meio do consumo das famílias, principalmente aquelas de baixa renda”, avalia.

Esta edição da pesquisa assinalou uma ampliação da despesa com veículo próprio, superando diversos setores. O motivo é a crescente demanda por transportes via aplicativos e delivery, tanto pelo consumidor, quanto pelos trabalhadores.


O Sudeste segue liderando o ranking das regiões, respondendo por 49,1% do consumo nacional. A Região Sul voltou a ocupar o segundo lugar da lista, ganhando representatividade de 18,3% e desbancando o Nordeste que, cai para 17,8%. Em quarto lugar vem Centro-Oeste, aumentando sua fatia para 8,6%, e por último, a Região Norte, que amplia sua atuação para 6,3%.

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