POLITICAGEM BARATA: Woshington dos côcos afirma ser perseguido por vereador em Barbalha
- Manchete Cariri

- 5 de ago. de 2023
- 2 min de leitura
Woshington, por sua vez, mostrou prints e um áudio como forma de comprovar que falou com a vítima dia 30 de junho e se dispôs a ajudá-la

Por: Rafael Boaventura
Segundo Woshington, a jovem Lucimar Santos, irmã de Luciana Santos, vítima de um suicídio ocorrido no último domingo (30), foi procurada e incentivada pelo vereador Dorivan Amaro (PT) a difama-lo e calúnia-lo; esta utilizou uma rede social para acusá-lo, afirmando que Woshington era culpado pela morte da irmã.
Woshington, por sua vez, mostrou prints e um áudio como forma de comprovar que falou com a vítima dia 30 de junho e se dispôs a ajudá-la, dessa forma, mais de um mês antes do triste ocorrido.
ENTENDA O CASO
Uma mulher de 30 anos, identificada por Luciana Santos, cometeu suicídio na madrugada do último domingo (30), em Barbalha. Conforme o histórico do caso, há um mês Luciana havia perdido o filho, Levy dos Santos, decorrente uma fatalidade por afogamento. O caso gerou repercussão no município, principalmente, entre populares, que questionavam a responsabilidade da mãe. Conforme relatado por Woshington dos Côcos, ele foi procurado pelos seguidores para acompanhar o caso e, através de suas redes sociais comentou sobre o acontecido, inclusive, procurando o Concelho Tutelar e demais meios competentes.
O USO DE UMA TRAGÉDIA PARA POLITICAGEM
As eleições 2024 ainda não começaram oficialmente, mas o caldeirão político de Barbalha já está fervendo e, com isso, surgem também as perseguições e inúmeras notícias falsas, hoje popularmente conhecidas como Fake News.
Acontece que Woshington que é um dos homens de confiança do ex-prefeito Argemiro Sampaio e teve seu nome citado como pré-candidato em diversas pesquisas internas, inclusive, da oposição, o que vem gerando bastante ciumeira e incômodo na classe política na terra dos verdes canaviais.
De acordo com o pré-candidato, dois sites da Região do Cariri compartilharam a notícia, irresponsavelmente, sem checar os fatos e não deram a chance dele se pronunciar. Ele afirmou que teve seu direito de resposta negado e não foi ouvido para a matéria.
O direito de resposta está previsto na Constituição Federal de 1988, no inciso V do art. 5º, onde afirma: “é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem”.
Woshington afirma que, além do áudio que já comprova a ausência de culpa, a vítima infelizmente já havia tentado se suicidar outras quatro vezes, anteriores ao vídeo postado por ele no seu Instagram - o que descaracteriza argumentos usados de forma irresponsável por alguns sites.
É de suma importância que se apure uma matéria a fundo antes de realizar qualquer publicação. Apesar de ser uma liderança conhecida em Barbalha, Woshington foi ameaçado até de morte. Imaginemos o que não poderia ter acontecido com uma pessoa "desconhecida". Jornalismo se faz com a verdade, ouvindo os dois lados e apurando os fatos. A forma que o caso foi tratado por parte de alguns sites, comprovadamente, indica que, Woshington dos côcos e a jovem Lucimar Santos, são duas vítimas.





Comentários