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PF prende boliviana investigada por queda de avião da Chapecoense

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 24 de set. de 2021
  • 0 min de leitura

procurada pela justiça Boliviana para responder pela suposta prática do crime de atentado contra a segurança do espaço aéreo


A Polícia Federal (PF) prendeu em Corumbá, no Mato Grosso do Sul (MS), a controladora de voo Celia Castedo Monasterio que vivia refugiada no Brasil alegando ser perseguida na Bolívia, depois de declarações sobre o acidente.


A funcionária foi responsável pela análise do plano de voo do avião que transportava a delegação da Chapecoense e jornalistas para a final da Copa Sul-Americana de 2016. A aeronave caiu momentos antes de pousar no aeroporto internacional de Medellín, na Colômbia, matando 71 pessoas.


A controladora teria deixado de observar os procedimentos necessários para aprovação do plano de voo. O documento mostrou que o piloto decolou da Bolívia com destino a Colômbia sem combustível suficiente. Na época, ela foi denunciada por autoridades bolivianas com outros funcionários da empresa de viagens.


A decisão pela prisão foi do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, que também determinou a extradição da investigada. Na sentença, o ministro citou que Celia é “procurada pela justiça Boliviana para responder pela suposta prática do crime de atentado contra a segurança do espaço aéreo”.


De acordo com a PF, Celia permanecerá presa em Corumbá (MS) aguardando os trâmites para ser entregue às autoridades bolivianas.

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