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Missão Velha: MP cobra maior fiscalização de poluição sonora

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 24 de mar. de 2023
  • 2 min de leitura

De acordo com o documento, as constantes reclamações da população acerca do uso abusivo de paredões de som são um dos motivos para a adoção da medida.

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Missão Velha, expediu, nesta quinta-feira (23/03), recomendação às forças de segurança e autoridades ambientais locais para ampliar a fiscalização contra poluição sonora no Município.


De acordo com o documento, as constantes reclamações da população acerca do uso abusivo de paredões de som são um dos motivos para a adoção da medida.


Entre as justificativas legais destacadas pela Promotoria, estão dois aspectos: a proibição do uso de equipamentos de som que excedam os limites definidos na legislação estadual em estabelecimentos comerciais e a tipificação como crime ambiental da realização de atividades potencialmente poluidoras sem o devido licenciamento.


Além dos crimes de poluição sonora, é citado pelo Ministério Público que os infratores frequentemente cometem crime de desacato e resistência contra as ordens das autoridades policiais.


Às forças de segurança, o MPCE recomenda que sejam atendidas as notificações de poluição sonora; sejam ouvidas as testemunhas presenciais das ocorrências, em caso de não ser possível a medição do nível de poluição sonora; e, em caso de a medição do nível de som ultrapassar 85 decibéis, que seja realizada a prisão em flagrante do infrator.


À Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) em específico, o documento recomenda que o equipamento de som apreendido deve ser liberado apenas após autorização judicial, para ser utilizada como prova pericial.


Para os proprietários de restaurantes, bares e semelhantes, o órgão ministerial requer que esses afixem placas, cartazes e afins nos locais, informando a proibição de utilização de som veicular. Caso os clientes dos estabelecimentos não cumpram as orientações, os donos devem solicitar o desligamento e acionar as autoridades competentes.

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