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Lira diz que não não pode se comprometer com aprovação da reforma tributária

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 13 de jun. de 2023
  • 2 min de leitura

Segundo Lira, a reforma tributária já cumpriu todos os prazos regimentais e, por isso, pode ser levada diretamente para o plenário.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), reconheceu na noite desta segunda-feira, 12, que não pode se comprometer com a aprovação da reforma tributária, mas que o Regimento Interno da Casa permite que a votação vá diretamente para o plenário, sem passar por comissões. "Não posso me comprometer com resultado de aprovação de matéria como essa, que está aí há 60 anos", disse.


Em entrevista ao Jornal das 10, da GloboNews, Lira afirmou que terá uma reunião sobre a reforma na quarta-feira, 14, com o relator da proposta na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi (SP), e o secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, além de líderes partidários, para discutir os prazos de entrega de um "texto pormenorizado".


"Nosso compromisso é tratar com muita firmeza em junho e na primeira semana de julho e trabalhar para alcançar quórum", disse. Segundo Lira, a reforma tributária já cumpriu todos os prazos regimentais e, por isso, pode ser levada diretamente para o plenário.


Arthur Lira confirmou que perguntou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva se haveria a possibilidade de o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ir para a Casa Civil no lugar do ministro Rui Costa, e o secretário-executivo da pasta, Gabriel Galípolo, ser o ministro da Fazenda. Lira admitiu que teve a conversa com Lula há uma semana, mas que o presidente rejeitou a ideia. "A partir daí, conversa sobre ministério cessou", contou Lira.


De acordo com o presidente da Câmara, Haddad continuará no comando da Fazenda e Galípolo, será diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), conforme indicação do governo ao Poder Legislativo.

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