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Juíza do caso Daniel Alves recomenda que amiga da suposta vítima também denuncie o jogador

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 4 de fev. de 2023
  • 2 min de leitura

Mulher alega ter sido tocada sem consentimento pelo brasileiro; defesa entra com recurso para saída do presídio

A juíza responsável pelo caso Daniel Alves recomendou a uma amiga da vítima que também denuncie o lateral-direito. De acordo com a agência de notícias EFE, duas amigas da mulher supostamente agredida deram depoimentos, nesta sexta-feira (3), em um tribunal de Barcelona, e alegaram que foram tocadas sem consentimento pelo jogador. Ainda segundo a agência, uma das amigas contou que Dani Alves tocou nas suas partes íntimas sem consentimento, o que a fez se sentir incomodada. Então, a juíza teria instruído a mulher a denunciá-lo por agressão sexual, mesmo crime pelo qual já está preso preventivamente.


As duas amigas da vítima também corroboraram com a versão da acusadora de que Daniel Alves teria a agredido no banheiro da boate Sutton, em Barcelona, em uma festa no dia 30 de dezembro do ano passado.

Relembre o caso

Daniel Alves está preso preventivamente na Espanha desde o dia 20 de janeiro. O jogador teria agredido sexualmente uma mulher de 23 anos em uma festa no dia 30 de dezembro do ano passado.


A Justiça espanhola ordenou a prisão do atleta depois de ouvir depoimentos contraditórios do brasileiro. De acordo com a imprensa espanhola, o ex-Barcelona alegou que teve relações sexuais consensuais com a mulher na última versão do seu relato.


Inicialmente, Daniel Alves foi preso no Centro Penitenciário Brians 1, mas foi transferido para o Brians 2 três dias depois da detenção. A cadeia é localizada no município Sant Esteve Sesrovires, a 40 km de Barcelona.


Durante esta semana, Cristóbal Martell, advogado de Daniel, entrou com um recurso para que o brasileiro possa responder ao processo em liberdade. De acordo com o profissional, "há espaço para defesa". Por outro lado, o jornal "El Periódico" informou que a juíza Anna Martín escreveu em documento que há "indícios muito mais do que suficientes" para comprovar o estupro.

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