Educação, economia e geração de empregos serão temas de debate no encontro do G20 em Fortaleza
- Romas Sousa

- 20 de mar. de 2024
- 2 min de leitura
A cúpula reunirá chefes de estado e de governo das principais economias do mundo. A programação em Fortaleza começa em junho, quando serão organizados painéis com o tema 'Arquitetura Financeira Internacional'.

O Ceará receberá, entre julho e outubro deste ano, encontros de Grupos de Trabalho das maiores economias do mundo. Os representantes do G20 irão se reunir no Centro de Eventos do Ceará, no Bairro Edson Queiroz.
O governador do estado, Elmano de Freitas (PT) detalhou, nesta terça-feira (19), como será o encontro na capital. Conforme Elmano, o fórum discutirá o combate à fome, pobreza e desigualdade.
"Aqui em nosso estado, teremos quatro períodos de discussões, que começam no mês de junho. Entre os dias 10 e 12, iniciaremos o calendário do G20 no Ceará, com painéis organizados pelo Ministério da Fazenda e pelo Banco Central do Brasil", esclareceu Elmano.
O Brasil assumiu a presidência do G20 em dezembro de 2023, e é responsável por organizar reuniões técnicas e conferências ministeriais até a 19ª Cúpula do G20, que ocorrerá nos dias 18 e 19 de novembro, no Rio de Janeiro.
A cúpula reunirá chefes de Estado e de Governo das principais economias do mundo. Juntos, elas representam 85% do PIB e 65% da população mundial.
Entre elas estão:
Estados Unidos
China
Rússia
Japão
Arábia Saudita
África do Sul
Canadá
União Europeia
União Africana, entre outras.
Encontros em Fortaleza
A programação em Fortaleza começa em junho, quando serão organizados painéis com o tema "Arquitetura Financeira Internacional". A realização é uma parceria entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central do Brasil.
O Ministério da Fazenda também deve liderar outras duas agendas em Fortaleza, realizadas entre os dias 1º e 5 de julho. Os temas serão "Parceria Global para Inclusão Digital" e "Infraestrutura".
Ainda em julho, a capital cearense recebe, entre os dias 23 e 26, painéis para discutir a geração de emprego nos países menos desenvolvidos.





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