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Com Raphinha, seleção dá show e nomes como Gabigol e Richarlison correm o risco de ficarem pra trás

  • Foto do escritor: Anderson Oliveira
    Anderson Oliveira
  • 15 de out. de 2021
  • 2 min de leitura

A seleção brasileira venceu e convenceu o Uruguai ontem em Manaus, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. O placar de 4 a 1 só não foi maior porque a equipe de Tite abusou de perder chances, com 13 finalizações no gol quando o relógio marcava 40 minutos do 2º tempo.


Com uma atuação dominante em praticamente todo o jogo, o time mostrou uma criatividade que não tinha sido vista este ano, ainda mais considerando o nível do rival.


O esquema funcionou com sincronia com o quarteto Lucas Paquetá, Raphinha, Neymar e Gabriel Jesus. Fred, em uma linha mais atrás, também participou muito bem do jogo e deu até a assistência para o primeiro gol. Em determinados momentos, o time conseguiu triangular com direito a toques de efeito dentro da área adversária.


A atuação é um sinal positivo para Tite, que busca soluções para a falta de criatividade do time que é invicto nas Eliminatórias, mas não conseguia convencer nas últimas apresentações. Contra a Venezuela, por exemplo, uma equipe bem mais frágil do que o Uruguai, a seleção sofreu bem mais.


Quem pode perder espaço nos próximos jogos, marcados para novembro, é Gabigol e Richarlison. O primeiro ficou no banco, entrou e até marcou um gol, mas foi do banco que ele assistiu a Raphinha, seu substituto, ser um dos melhores do jogo depois de receber seguidas oportunidades como titular. Já o segundo não esteve com o grupo por lesão e assistiu de longe o ótimo desempenho dos companheiros.


Everton Ribeiro, que também foi testado por Tite na Copa América e nas últimas partidas, ainda não tinha tido uma sequência para cogitar a titularidade absoluta, mas a boa atuação do time também acaba o colocando com uma opção de banco. Roberto Firmino, que não foi convocado, também vive a expectativa para saber se voltará a ter chance.

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