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Brasil tem 13,5 mil áreas de risco mapeadas para desastres naturais

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 22 de fev. de 2023
  • 2 min de leitura

Regiões estão em 1.632 municípios mapeados pelo Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil, através do Serviço Geológico do Brasil

O Brasil tem 13.542 áreas de risco passíveis de desastres naturais. O número consta num levantamento feito pelo Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil, através do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), que realiza o mapeamento para desastres geológicos e hidrológicos.


De acordo com o SGB, as regiões estão localizadas nos 1.632 municípios mapeados. Das 117 cidades analisadas no estado de São Paulo, foram identificadas 848 áreas de risco.


Confira os estados com mais municípios mapeados:

- Santa Catarina: 294 - Minas Gerais: 199 - São Paulo: 117 - Maranhão: 92 - Bahia: 90


De acordo com o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, o país tem cerca de 4 milhões de pessoas que vivem em áreas com altíssimo risco de desastre natural como o que aconteceu no litoral paulista no fim de semana.


"Isso requer um esforço preventivo muito grande, ao mesmo tempo que precisamos dar resposta aos desastres que podem ocorrer. É preciso que se avance muito em outras medidas preventivas", comentou Góes em entrevista à Record TV.


Calamidade pública

O Governo de São Paulo decretou estado de calamidade pública, por 180 dias, para ações emergenciais em seis municípios afetados pelas chuvas: Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba.


O litoral paulista recebeu mais de 37,5 toneladas em doações para ajudar as pessoas afetadas pelas chuvas extremas, na manhã desta terça-feira (21). Até a última atualização desta reportagem, 46 pessoas haviam morrido e as rodovias da região foram prejudicadas.


Medidas emergenciais

A situação na região levou o governo federal a adotar medidas como o fornecimento de dez antenas portáteis para garantir internet em São Sebastião, o envio de R$ 11 milhões em mercadorias apreendidas pela Receita Federal, como roupas, calçados, itens de cama, mesa e banho e de higiene pessoal, e o pagamento para os benefíciários do Bolsa Família no dia 20 de março, sem a nessecidade de seguir o calendário conforme o número do NIS (Número de Identificação Social).

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