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Viagem de Moro e esposa a evento conservador na Argentina custou R$ 23,6 mil ao Congresso

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 4 de jan. de 2024
  • 2 min de leitura

A visita ao exterior para cumprir agendas com entidades internacionais integra a lista de exercícios dos mandatos dos parlamentares

A viagem do senador Sergio Moro (União-PR) e da sua esposa, a deputada federal Rosangela Moro (União-SP), à Argentina custou cerca de R$ 23 mil ao Congresso Nacional. Entre os dias 21 a 24 de setembro do ano passado, o casal participou do 2° Encontro do Grupo da Liberdade e Democracia.


Na ocasião, estiveram presentes os ex-presidentes Mauricio Macri (Argentina) e Sebastián Piñera (Chile).


Moro e Rosangela foram autorizados pelas mesas diretoras das Casas Legislativas a visitarem o país vizinho em missão oficial. A visita ao exterior para cumprir agendas com entidades internacionais integra a lista de exercícios dos mandatos dos parlamentares.


Em comunicado, os dois afirmaram que suas viagens seguiram os regimentos internos.

Conforme as prestações de contas de Rosangela, a parlamentar teve três diárias e meia custeadas no valor de R$ 1,98 mil e viajou de classe econômica, com passagens no valor de R$ 5,1 mil. Sergio, por sua vez, recebeu o reembolso de R$ 6,8 mil referente aos trechos aéreos e o seguro viagem e R$ 9,85 mil de sua hospedagem.


Nas redes sociais, ambos compartilharam registros de viagem.

“Uma grande oportunidade para fazer um intercâmbio de conhecimentos e boas práticas”, escreveu a deputada em postagem do dia 22 de setembro.


Durante sua palestra no evento, Moro criticou a agenda internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em especial a reunião do petista com o líder venezuelano, Nicolás Maduro.


“Temos um presidente que tem se aproximado de autocracias a nível internacional e virado às costas para a democracias ocidentais”, declarou Moro.


Além do casal, o encontro reuniu nomes da direita brasileira, como o governador de Goiás Ronaldo Caiado (União) e a senadora Tereza Cristina (PP-MS). No que diz respeito às lideranças estrangeiras, a ex-candidata à Presidente da Argentina, Patricia Bullrich foi uma das palestrantes.


A cerimônia contou com uma série de palestras conservadoras, uma dela intitulada: “Educação x Doutrinação. O papel da esquerda nas escolas e universidades”.

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