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Quando a Justiça proclama o justo

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 16 de mar.
  • 1 min de leitura

No dia de hoje, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acompanhando o voto do relator, concedeu ao presidente da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, Felipe Vasques, o direito de se desfiliar de seu partido, preservando integralmente suas prerrogativas parlamentares.


O que se percebe, diante desse cenário, é que a tentativa de perseguição instaurada pelo próprio partido contra o vereador revela algo mais profundo: uma espécie de inquisição política contra aquele que usa romper as regras de um sistema fechado e desagradar as oligarquias do poder, que não aceitam a mudança.


Felipe Vasques resistiu de forma honrosa, sem alarde, apenas fazendo seu trabalho com firmeza, coragem e compromisso com o povo.


A decisão da Justiça, portanto, não representa apenas a garantia de um direito individual. Ela reafirma um princípio fundamental da democracia: o de que nenhum mandato popular pode ser sequestrado por interesses partidários quando estes passam a agir movidos por perseguição política.


Hoje, a Justiça não apenas decidiu um processo. Ela reafirmou que, mesmo diante das pressões e das tentativas de silenciamento, ainda existem instituições capazes de reconhecer o que é justo.


A política em Juazeiro do Norte começa a apresentar sinais de mudança. Um novo horizonte de esperança surge com a pré-candidatura de Felipe Vasques à Assembleia Legislativa do Estado — um passo importante para fortalecer a representatividade do povo do Cariri.


Não há força corrupta capaz de calar o voto democrático. Aos perseguidores, restará o peso do punhal da Justiça; e àqueles que torcem contra as urnas, caberá enfrentar o próprio destino reservado a quem se opõe à melhoria do país.

 
 
 

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