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PF estuda incluir Malafaia na investigação sobre suposto golpe após ato do último final de semana

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 27 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

Financiamento do evento e falas do pastor durante discurso no ato propagaram mentiras à população, de acordo com agentes da PF

A Polícia Federal avalia incluir o pastor Silas Malafaia no grupo de investigados da suposta tentativa de golpe de Estado, que tem o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como um dos alvos. A informação divulgada nesta segunda-feira, 26, é da colunista Bela Megale, do O Globo.


Na percepção dos agentes federais, com financiamento do ato na Av. Pauslita, em São Paulo, e com suas falas, Malafaia propagou mentiras à população. Ainda conforme leitura dos investigadores, o objetivo da iniciativa é evitar que a PF investigue uma possível organização criminosa que atuou com intuito de dar o golpe.


Além disso, os policiais federais consideram que o pastor instigou os manifestantes a se colocarem contra membros do Poder Judiciário.


"Alexandre de Moraes diz que a extrema-direita precisa ser combatida na América Latina. Como o ministro do STF tem lado? Ele não tem que combater nem a extrema-direita nem a extrema-esquerda. Ele é guardião da Constituição. O presidente do STF, ministro Barroso, disse 'nós derrotamos o bolsonarismo'. Isso é uma afronta, uma vergonha", disse Malafaia durante seu discurso.


Em 2022, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alexandre de Moraes, afirmou que a "chaga da corrupção" corrói a democracia no Brasil e deu espaço para "o retorno de uma extrema direita com ódio no Brasil".

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