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Novo código eleitoral pode afrouxar a lei da ficha limpa e reduzir as causas de inelegibilidade

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 28 de ago. de 2021
  • 1 min de leitura

A votação foi marcada para a próxima semana e pode tornar a vida de políticos com problemas na justiça mais fácil



Com votação marcada para semana que vem na Câmara, o projeto de novo Código Eleitoral prevê a derrubada de um dos principais trechos da Lei da Ficha Limpa: o que torna inelegível o político que renuncia ao mandato para evitar a cassação. 


Pela regra atual, um parlamentar fica impedido de se candidatar a cargos eletivos por oito anos a partir do momento em que o Conselho de Ética recomenda a sua cassação, ou seja, antes mesmo de o caso chegar ao plenário da Casa Legislativa em que tramita.


No texto que será apreciado pela Câmara, esse tópico foi suprimido, abrindo a possibilidade de que parlamentares possam renunciar para concorrer nas eleições seguinte sem qualquer impedimento legal. 

Antes de a Lei da Ficha Limpa entrar em vigor, o artifício da renúncia para evitar inelegibilidade foi usado por políticos como Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), Jader Barbalho (MDB-PA), Valdemar Costa Neto (PL-SP), Severino Cavalcanti (PP-PE), Joaquim Roriz (PMDB-DF) e Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB).

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