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Conversa de bar, vira motivo para inquérito por criticar Alexandre de Moraes

  • Foto do escritor: Romas Sousa
    Romas Sousa
  • 6 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

Seguranças do ministro que estavam em um bar para observar, chamaram a polícia contra cidadãos que criticavam Moraes

Na madrugada da ultima quinta-feira (3), frequentadores do clube Pinheiros, em São Paulo, bebiam e conversavam sobre política. O assunto sobre "Alexandre de Moraes" veio a tona, algumas pessoas possivelmente embriagadas, proferiram críticas ao ministro. Seguranças de Moraes que estavam no local entenderam as críticas como insultos e ameaças e prestaram queixa na policia em nome do Ministro do STF.


Segundo o boletim de ocorrência, quatro pessoas bebiam e proferiam ofensas como chamar o ministro Alexandre de Moraes de "careca fdp" e"careca ladrão". Foram alertados pelos seguranças do ministro de que a conversa deveria ser encerrada naquele mesmo instante. Os cidadãos não obedeceram as ordens dos seguranças, e a polícia militar foi chamada e um dos sócios do clube teve de prestar esclarecimentos a delegacia.


O B.O foi feito contra o agente publicitário Alexandre da Nova Forjas, que foi conduzido por policiais para a 14° Delegacia de Pinheiros. Forjas alegou que estava assistindo um jogo de futebol no clube, afirmando que haviam várias mesas criticando o ministro do STF.


O segurança de Alexandre de Moraes relatou a polícia que foi acionado por vigilantes particulares que lhe informaram sobre as críticas que estariam sendo feitas contra o ministro dentro do clube. Ele foi até o local onde viu as conversas acontecendo por meio de quatro homens em uma mesa ingerindo bebidas alcoólicas e falando alto. O segurança do ministro falou a um funcionário do clube para que pedisse ao grupo para parar com a conversa.


O segurança ficou no local até pelo menos 1 hora da manhã, onde viu que os "ânimos se acalmaram", quando se dirigiu a sua base operacional. Novamente foi acionado por vigilantes alertando que as conversas voltaram a acontecer.

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