Caso Marielle: delegado preso pede a Moraes para prestar depoimento à PF
- Romas Sousa

- 30 de abr. de 2024
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Na petição, suspeito solicita que esposa seja ouvida e pede a revogação das medidas cautelares imposta a ela

Suspeito de atuar para proteger os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ), o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro e delegado Rivaldo Barbosa pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para depor à Polícia Federal. Ele está preso desde 24 de março.
Barbosa, em petição, alega que a oitiva ainda não ocorreu mesmo com determinação de Moraes para que os investigados fossem ouvidos assim que presos.
O deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) e seu irmão, Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, são suspeitos de serem os mandantes do crime, que vitimou também o motorista Anderson Gomes.
O delegado também solicita que sua esposa, Érika Andrade de Almeida Araújo, seja ouvida e que medidas cautelares impostas a elas sejam revogadas.
As investigações da PF apontam que empresas de fachada com nome dela teriam auxiliado suposta lavagem de dinheiro. Além disso, Érika teria atuado como "testa de ferro" de Barbosa.
Ao STF, a defesa enviou documentos e afirmou não existir “qualquer lastro probatório ou ao menos indiciário” de que houveram práticas ilícitas na prestação dos serviços realizados pelas empresas de Érika e que sua evolução patrimonial tenha relação com rendas ilegais.





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