Biden viajará para a sede da Otan, em Bruxelas; Primeiros-ministros encontram Zelensky em Kiev
- Romas Sousa

- 15 de mar. de 2022
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Também é esperado que líderes de Eslovênia, Polônia e República Tcheca cheguem hoje a Kiev para se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e o primeiro-ministro ucraniano Denis Shmyhal, segundo informou o governo polonês.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, viajará para a sede da Organização do Atlântico Norte (Otan), em Bruxelas, na próxima semana.
O chefe da Otan, Jens Stoltenberg, convocou uma cúpula extraordinária para 24 de março. Ele informou pelo Twitter que os líderes vão “abordar a invasão da Ucrânia pela Rússia, nosso forte apoio à Ucrânia e fortalecer ainda mais a dissuasão e a defesa da Otan”.
Também é esperado que líderes de Eslovênia, Polônia e República Tcheca cheguem hoje a Kiev para se encontrar com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e o primeiro-ministro ucraniano Denis Shmyhal, segundo informou o governo polonês.
Em um comunicado, o gabinete do governo polonês disse que o primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, o vice-primeiro-ministro Jarosław Kaczyński, o primeiro-ministro tcheco Petr Fiala e o primeiro-ministro esloveno Janez Janša visitarão a capital ucraniana como representantes do Conselho Europeu.
“O objetivo da visita é confirmar o apoio inequívoco de toda a União Europeia à soberania e independência da Ucrânia. O objetivo desta visita também é apresentar um amplo pacote de apoio à Ucrânia e aos ucranianos”.
A União Europeia aprovou formalmente nesta terça-feira (15) uma nova rodada de sanções contra a Rússia por sua invasão da Ucrânia, que inclui proibições de investimentos no setor de energia russo, exportações de bens de luxo e importações de produtos siderúrgicos da Rússia.
As sanções, que entram em vigor após a publicação no jornal oficial da UE na terça-feira, também congelam os ativos de mais líderes empresariais que apoiam o Estado russo, incluindo o proprietário do clube de futebol Chelsea, Roman Abramovich.
A Comissão Europeia disse em comunicado na terça-feira que as sanções incluem “uma proibição abrangente de novos investimentos no setor de energia russo”.





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